Oi, meus queridos!
A Mãe gostava muito de escrever cartas, especialmente aos filhos. E eu adorava recebê-las. Sei que ela vibrava com a chegada de uma cartinha.
A Mãe gostava muito de escrever cartas, especialmente aos filhos. E eu adorava recebê-las. Sei que ela vibrava com a chegada de uma cartinha.
Primeiro eram cartas escritas a mão e mandadas pelo correio convencional. Aqui para o Uruguai demoravam dias; às vezes, semanas.
Depois que nossa mãe virou internauta (acho que aconteceu em 2000), trocávamos e-mails quase diariamente.
Mais tarde veio o skype e a comunicação ficou mais fácil ainda.
Depois que nossa mãe virou internauta (acho que aconteceu em 2000), trocávamos e-mails quase diariamente.
Mais tarde veio o skype e a comunicação ficou mais fácil ainda.
Mas as cartas no papel guardam a sua letra - e muito mais que isto. De repente, estou procurando algo em uma gaveta e me deparo com uma delas; o passado volta, então, carregado de emoções.
Esta que estou postando agora foi sua última carta de próprio punho que recebi. Aqui a coloco para ilustrar a postagem anterior feita pela Deo e respectivos comentários. E para recordar o seu espírito otimista. E para quem não a conheceu ter esta oportunidade. E para matar um pouquinho as saudades... lá se vão 9 meses de ausência física.
Esta que estou postando agora foi sua última carta de próprio punho que recebi. Aqui a coloco para ilustrar a postagem anterior feita pela Deo e respectivos comentários. E para recordar o seu espírito otimista. E para quem não a conheceu ter esta oportunidade. E para matar um pouquinho as saudades... lá se vão 9 meses de ausência física.

E eu também já vou parando por aqui. Um beijão muito saudoso da sua filha
Lucy
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirLu, obrigada por nos presentear com essa carta da Mãe. Realmente, uma carta escrita de próprio punho (não as "digitadas") tem um sabor muito especial. É uma relíquia, principalmente nos dias de hoje. Nessa carta se vê a bela caligrafia da Mãe, a sua redação excelente (notem que ela relia, corrigindo algum pequeno erro, como a falta de uma letra), mesmo se escrevesse "enquanto assistia o jornal"! A sua descrição do Terraço Itália é saborosa, como sempre rica em detalhes e colorido, de uma forma capaz de fazer com que o leitor fique motivado a conhecer aquele lugar "tão especial".
ResponderExcluirUm beijo grande,
Deo