Ouça a música:http://www.youtube.com/watch?v=GGNLLJz4Ajw&feature=related
Feliz aniversário, mamãe!
“Cada vez que eu digo adeus, eu morro um pouco...”
Como na canção, uma parte de mim também morreu ao dizer adeus à minha mãe. Nunca mais... A ausência física é uma dor que não tem cura. Quase sinto seu perfume, o suave toque da sua mão, seu sorriso, sua voz...
Ela está constantemente comigo, em inúmeros detalhes do dia-a-dia, nos meus pensamentos, nas minhas palavras, no meu jeito de ser...
Ela me abraça todos os dias quando me visto com uma das inúmeras roupas que confeccionou para mim ao longo da vida, e outras que me presenteou - guardo-as todas e as uso com veneração.
Era uma mulher elegante e com apurado senso estético, que me ensinou muitas coisas... “Na dúvida, tire” (para evitar o excesso de acessórios, jóias, etc.)
Caprichava nas fotos: “para a posteridade”, “para a minha querida descendência”. Reconheço-a em mim de tantas formas, tanto dela ficou em mim.
“O que vale ser feito, vale ser bem feito.” A busca da perfeição me acompanha desde pequena.
Também aprendi com ela a amar a vida, a degustar os pequenos prazeres do dia-a-dia, a me maravilhar com a natureza contruída por Deus ou aprimorada pelo homem.
Todo o ano, no meu aniversário, eu a felicitava: “Feliz aniversário, mamãe!” Afinal, sempre pensei que as mães também, e especialmente elas, merecem os parabéns quando os filhos fazem aniversário.
“Feliz aniversário, mamãe! De sua filha querida,
Deo

Parabéns pelo aniversário, maninha!